Programação:
Dia 01 (sexta-feira)
- Viagem Rio de Janeiro - Belo Horizonte (manhã). O voo dura cerca de 45 minutos e o aeroporto fica em outro município, Confins, distante cerca de outros 45 minutos do centro de Belo Horizonte.
Existe um ônibus, chamado de conexão aeroporto, que liga este ao centro de BH.
- Mercado Municipal (com uma variedade enorme de gêneros alimentícios, incluindo os queijos e doces mineiros, foi a parada do almoço. Restaurantes simples e com preço bem acessível).
- Praça da Liberdade (a principal praça da cidade. A iluminação de Natal estava muito bonita, fazendo reunir uma grande quantidade de pessoas para apreciá-la à noite. Nos arredores da praça, o museu das Minas e do Metal é a visita imperdível. Outros prédios históricos chamam atenção, como a antiga sede do governo do estado, o Palácio Liberdade).
- Museu das Minas e do Metal (na praça da liberdade. Interativo, o que torna a visita muito mais interessante. Metais e pedras preciosas, além do extrativismo das mesmas são os destaques).
- Shopping Pátio Savassi (à noite, com diversas opções gastronômicas, incluindo o famoso Outback).
Dia 02 (sábado)
- Inhotim (parque de artes que fica no município de Brumadinho, distante 1:30h de BH via ônibus. A passagem deve ser comprada com certa antecedência na rodoviária, na empresa Saritur. O ônibus sai às 9:15h e retorna às 17h, e leva até a entrada do parque. Fiquei impressionado com Inhotim. A beleza dos jardins, esculturas e galpões de arte são estupendos. É claro que muita arte dentro dos galpões deixa a desejar aos meus padrões, visto que são algo confusas...O passeio é imperdível!).
- Savassi e região (Noite. Inúmeras opções de bares e boates. Destaque para a boate Confessionário e o pub alemão Stadt Jever).
Dia 03 (domingo)
- Feira de artesanato da Afonso Pena (na avenida de próprio nome. Relativamente grande, com artigos mais populares).
- Parque Municipal (com entrada pela própria Afonso Pena. É um parque para um passeio breve e descanso após a feira. Algo mal cuidado, com inúmeros mendigos).
- Praça da Estação e Museu de Artes e Ofícios. (uma grande estação de trem transformada no museu de Ofícios. Vale a visita pela beleza da construção e alguns itens expostos no museu. Uma cozinha e uma farmácia antigas são, ao meu ver, os destaques da exposição).
- Dona Margherita (Jantar no melhor rodízio de pizza da cidade).
Dia 04 (segunda-feira)
- Lagoa da Pampulha (enorme lagoa, onde este ano foi realizada a festa de reveillon 2013 da cidade, com intensa queima de fogos e shows gratuitos. No seu entorno, destaco a Igreja São Francisco de Assis - menor do que esperava - o Mineirão e o Museu de Arte da Pampulha, para quem gosta de arte contemporânea).
- Reveillon na Pampulha (diversas mansões e clubes fazem festa de reveillon, que também acontece em todo o entorno da lagoa, gratuitamente. A queima de fogos é interessante, porém a casa de festas que escolhi para o reveillon, a Imperatriz Eventos, deixou muito a desejar pela fraca organização).
Dia 05 (terça-feira)
- Parque das Mangabeiras (reserva ambiental com diversas trilhas e um jardim de Burle Max na sua recepção. Existe um ônibus que faz o circuito interno, facilitando a vida dos ecoturistas).
- Praça do Papa (o melhor mirante da cidade)
- BH Shopping (o maior shopping da cidade)
- Torre Alta Vista (que fica no município de Nova Lima. Tem um mirante para BH e abriga o Hard Rock Café. Infra-estrutura abaixo do potencial).
Dia 06 (quarta-feira)
- Viagem Belo Horizonte - Rio de Janeiro (manhã)
Belo Horizonte mostrou-se uma cidade de fácil acesso, principalmente o centro, com ruas planejadas (diversas ruas na diagonal, reduzindo os caminhos) e com gente acolhedora. Diversas opções de bares, porém poucas opções turísticas de qualidade. É ponto de partida para visitar Inhotim, Ouro Preto e o circuito das grutas, que, por sua vez, são opções de excelente interesse turístico.
Encontrei algumas praças bem conservadas, o que me chamou atenção, mas muita população de rua. A sensação de insegurança é baixa, se comparada ao Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo. O metrô não chega ao centro, mas os ônibus dão conta. O centro, entretanto, com bom esforço, pode ser percorrido a pé. Vale uma visita mais curta que a minha, mas vale a viagem.